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O dólar americano atingiu p nível mais forte em duas décadas, impulsionado pelos rendimentos do Tesouro ainda em alta
Por Eddie van der Walt
09 de Maio, 2022 | 08:37 am

Bloomberg — Dólar em alta e desaceleração de emprego na China.

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1. Dólar em alta

O dólar americano atingiu p nível mais forte em duas décadas, impulsionado pelos rendimentos do Tesouro ainda em alta. Somando-se à atração do dólar está a postura restritiva do Federal Reserve, que se comprometeu com uma série de aumentos de meio ponto nos juros nos próximos meses. Enquanto isso, a pesquisa MLIV Pulse mostrou que cerca de 60% dos investidores esperam que o euro caia para a paridade em relação ao dólar. No entanto, quando atingir a paridade, mais investidores esperam que o euro se recupere para US$ 1,1500, em vez de enfraquecer ainda mais.

2. Previsões de Bill Gates

Bill Gates disse que as taxas de juros provavelmente subirão o suficiente para causar uma desaceleração econômica global. O bilionário filantropo e cofundador da Microsoft disse no domingo (8) no programa “Fareed Zakaria GPS” da CNN que a guerra na Ucrânia, que elevou os preços das commodities, “segue a pandemia, quando os níveis de dívida do governo já eram muito altos e havia alguns problemas na cadeia de suprimentos.” Os temores de uma desaceleração econômica são particularmente desenfreados na Europa. Também na pesquisa MLIV Pulse, 40% dos entrevistados estavam mais preocupados com uma recessão na Europa e outros 40% com a estagflação, em comparação com apenas 20% que mencionaram a inflação. O risco crescente de estagflação está deixando os investidores sem muitos lugares para se esconder, enquanto os portos seguros parecem poucos e distantes entre si, de acordo com o Standard Chartered.

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3. Proibição do petróleo

Líderes dos países do G-7 prometeram proibir as importações de petróleo russo como uma sanção pela invasão da Ucrânia. Embora a Europa ainda não tenha concordado com a cessação completa das importações em meio à resistência húngara, os comerciantes de petróleo já estão se preparando para um regime regulatório muito mais rígido. Nos mercados esta manhã, o petróleo caía com o West Texas Intermediate para entrega em junho negociado perto de US$ 108 o barril. A Arábia Saudita cortou os preços para os compradores asiáticos, já que os lockdowns na China pesam sobre a demanda na região. Enquanto isso, na Rússia, não havia sinal de que Vladimir Putin vai suavizar sua agressão bélica em seu discurso diante de um desfile militar em Moscou.

4. Empregos na China

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, alertou para uma situação trabalhista “complicada e séria”, já que Pequim e Xangai reforçam as restrições aos residentes em uma tentativa de conter os surtos de covid nas principais cidades do país. Li instruiu todos os departamentos governamentais e regiões a priorizar medidas para ajudar as empresas a manter empregos e superar as dificuldades atuais. Enquanto isso, o maior banco do Reino Unido foi pego no fogo cruzado entre os Estados Unidos e a China. A seguradora Ping An quer desmembrar o HSBC, vinte anos depois que o “banco global” investiu em seu futuro. A briga aponta para a dificuldade de fazer negócios na China.

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5. Também hoje

É um começo de semana muito tranquilo. Os dados econômicos estão limitados à liberação final dos estoques no atacado de março às 11h, horário de Brasília. Duke Energy Corp., Microchip Technology Inc. e Tyson Foods Inc. estão entre as empresas que relatam resultados.

--Com a colaboração de Heather Burke, Nour Al Ali, Michael Read e Lorcan Roche Kelly.

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