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Goldman diz que ajuda ao clima precisa de mais US$ 2,8 trilhões por ano

Segundo analistas, empresas de capital aberto, como produtoras de commodities, precisam alocar mais para gastos de capital verde

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Por Saijel Kishan
28 de Abril, 2022 | 08:46 AM

Bloomberg — São necessários investimentos anuais adicionais de US$ 2,8 trilhões em tecnologias e infraestrutura de baixo carbono para ajudar o mundo a atingir as metas de emissões líquidas zero, de acordo com analistas do Goldman Sachs (GS).

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Um preço global para o carbono, foco contínuo na sustentabilidade nos mercados de capitais e melhores divulgações de emissões pelas empresas também são vitais, disse Michele Della Vigna, chefe de pesquisa de recursos naturais para Europa, Oriente Médio e África da equipe de pesquisa de investimentos globais do Goldman.

“Até agora, os governos globais não conseguiram encontrar a estrutura certa”, disse ele durante um webinar na quarta-feira (27).

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Vigna acrescentou que o gás natural é um importante combustível de transição do carvão para atingir as metas.

A guerra na Ucrânia “resgatou uma visão mais positiva do gás natural”, disse ele. “É importante reduzir as emissões de carbono de uma forma que seja acessível.”

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As empresas de capital aberto, especialmente produtoras de commodities e fabricantes de software e semicondutores, precisam alocar mais para gastos de capital verde, disse Brian Singer, chefe global do GS SUSTAIN no grupo de pesquisa de investimentos do banco.

“Vemos oportunidades significativas para as empresas de capital aberto investirem”, disse ele. “Elas têm capacidade ociosa para gastar US$ 1 trilhão extra em investimentos sem sobrecarregar seus balanços.”

Veja mais em bloomberg.com

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