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As melhores empresas para se trabalhar no Brasil, segundo o LinkedIn

A plataforma divulgou uma lista das 25 empresas no Brasil consideradas como as melhores para o desenvolvimento de carreira

Ranking divulgado pelo LinkedIn destaca as 25 melhores empresas para se desenvolver uma carreira no Brasil
11 de Abril, 2022 | 11:04 PM

Bloomberg — O LinkedIn publicou uma lista com o ranking das melhores empresas para se trabalhar na América Latina. Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México ganharam destaque na região, com 25 empresas listadas em cada país.

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O relatório analisa sete pilares ligados à evolução profissional de longo prazo, como a capacidade de crescimento, o desenvolvimento de competências, a estabilidade da empresa, oportunidades externas, afinidade com a empresa, diversidade de gênero e nível de formação acadêmica.

Entre os requisitos a serem considerados, as empresas deveriam ter pelo menos 500 funcionários no país em 31 de dezembro de 2021. O LinkedIn não incluiu empresas de recrutamento e seleção, empresas educacionais ou agências governamentais, bem como sua controladora Microsoft (MSFT).

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Com números sem precedentes de mudanças de emprego em 2021, as empresas tiveram que adaptar sua abordagem para atrair e reter profissionais, seja oferecendo novas oportunidades de promoção e treinamento, seja garantindo maior flexibilidade. A maioria das empresas em destaque na lista são corporações com alcance global em três setores principais: bancário, telecomunicações e tecnologia da informação. Outras indústrias que aparecem são hotelaria, energia e serviços ou bens de consumo.

Ranking das empresas no Brasil

O Itaú (ITUB4) aparece como líder no ranking. As habilidades mais valorizadas na empresa são: foco no cliente, gestão estratégica empresarial, serviços bancários. Já os cargos mais demandados são executivo, gerente de relacionamento, agente comercial, enquanto as áreas com mais pessoas empregadas na companhia são operações, vendas, financeiro.

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O LinkedIn destaca também que o banco disponibilizou vagas de emprego exclusivas para pessoas negras e pardas em São Paulo, e que há mais de 250 vagas em mais de 35 startups oferecidas por meio do Cubo Itaú, o hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico do banco.

Em seguida, aparece o Bradesco (BBDC4) no segundo lugar. As habilidades mais valorizadas no banco são: serviços bancários, foco no cliente, investimentos. Já os cargos mais demandados são gerente de relacionamento, gerente de conta, bancário, enquanto as áreas com mais pessoas empregadas estão em vendas, financeiro e suporte.

Em terceiro lugar a lista cita a Mercedes Benz (DDAIF), representada pelas empresas Mercedes-Benz Caminhões e Ônibus, Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil, e Banco Mercedes-Benz do Brasil. As habilidades mais valorizadas na empresa são: gestão de vendas, gestão de equipes e recrutamento. Já os cargos mais comuns são de vendedor, líder de produção, operário de linha de montagem, enquanto as áreas com mais pessoas empregadas na empresa estão em operações, vendas e recursos humanos.

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Em quarto lugar aparece a SAP, seguida do Banco Santander (SANB11), em quinto. Ainda no top 10 da lista, o Banco do Brasil (BBAS3) figura em sexto lugar, seguido do JP Morgan Chase & Co (JPM), no sétimo lugar, Sanofi, indústria farmacêutica, em oitavo lugar, e Unimed em nono e Procter & Gamble (PG) em décimo.

Nas três últimas posições da lista aparecem a B3 (B3SA3), em 23º, a Thyssenkrupp, em 24º, e o Pinheiro e Neto Advogados, em 25º.

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Para a metodologia da pesquisa, o LinkedIn diz que os dados de competência foram obtidos medindo as competências únicas mais frequentes entre os funcionários de uma empresa em relação aos de outras companhias, enquanto os cargos mais comuns representam as ocupações mais frequentes em cada empresa e as funções com maior número de colaboradores referem-se àqueles mais recorrentes em cada empresa.

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Melina Flynn

Melina Flynn

Melina Flynn é jornalista naturalizada brasileira, estudou Artes Cênicas e Comunicação Social, e passou por veículos como G1, RBS TV e TC, plataforma de inteligência de mercado, onde se especializou em política e economia, e hoje coordena a operação multimídia da Bloomberg Linea no Brasil.

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